[[Química inorgânica/Introdução/Estrutura do átomo]]

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Última edição: 08h14min de 17 de agosto de 2016

Na verdade, eu acho desnecessário explicar o diagrama de Pauling. Eu mesmo nunca o estudei (e foi possível ter um ensino de qualidade), além de ser um conteúdo extremamente raro em vestibulares. Outra coisa: as ligações pi e sigma fazem parte da teoria das órbitas (que normalmente os estudantes não se adequam), e é possível ter um bom ensino sem a menor menção delas, pela teoria da ligação covalente (que é a predominante no livro) - e também é raríssimo em vestibulares. Até porque isto é outra coisa que eu não estudei, e nem consigo entender ao ler um livro.

A teoria da ligação covalente apresenta métodos fáceis de se obter compostos sem a necessedidade de saber a configuração eletrônica dos átomos. Também, deve ter notado que o livro é química inorgânica, por isso a página foi posta no capítulo introdução do livro (e deve ter somente a explicação necessária para o livro - já que não é este seu conteúdo principal). Eu não achei a página focada no ensino fundamental, pois é mais ou menos isso que aprendi no ensino médio. Creio que a teoria da ligação covalente torne a química um pouco mais atrativa aos estudantes. Devemos também considerar que esta é a disciplina em que há mais dificuldades por parte de alunos.

Mário Júnior (Discussão)13h53min de 10 de fevereiro de 2013
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Última edição: 08h14min de 17 de agosto de 2016

Bem primeiramente não se sinta ofendido sobre a qualidade de ensino. Quando me refiro a sua importância lembro que sou só uma aluna e minha visão é restrita aos vestibulares e a visão que meus professores me passaram. Mesmo não sendo comum cai como prova fiz uma rápida pesquisa no google(3 páginas) diagrama de pauling questões vestibular ABC, OSEC, ACAFE, UFSC, CESCEM, PUC, ITA e UFPI.

Se a UFRGS não trabalha com esse assunto seria até normal você não ter visto não afinal é pouco comum, porém o IME(acho que foi na ultima década ainda) derrubou vários com o diagrama, pois todo mundo decora ele errado o correto seria K-2, L-2+4, M-2+4+6(soma dos subníveis).

Enfim eu no meu ensino médio no primeiro e terceiro ano vi assim, se seria certo não ensinar a teoria assim não sei, mas tem um detalhe relevante ensinando a teoria da forma certa faz muito mas sentido que dizer é assim porque é assim.

De toda forma vou pega o Urbesco e Salvador e dou uma conferida você vai usar quem como referência?

Outra coisa Citação: Os átomos podem perder partículas, e normalmente quando ele perde um próton, por exemplo, perde também um életron e pode também perder um nêutron. Quando os átomos perdem partículas, estas podem se transformar em novas partículas ou podem ficar livres no ambiente, até que sejam capturadas por outro átomo. escreveu: «{{{2}}}»

Essa definição é totalmente errada a a partícula alfa são só dois nêutrons e dois prótons sem elétrons.

Analfabeta15h32min de 10 de fevereiro de 2013
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Última edição: 08h14min de 17 de agosto de 2016

Bem, voltou a repetir que o livro é sobre química inorgânica. O seu objetivo não é tratar de química geral. Eu apresentei o conteúdo necessário para o entendimento. Quanto ao parágrafo que fala sobre a perda de partículas, será acrescentado a palavra pode antes de perde.

Não digo também que é errado ensinar a teoria das órbitas, mas digo que a da ligação covalente é mais simples (tanto que não é necessário saber o diagrama). Acho que se deve, sim, mostrar as duas teorias, no introdução à química por exemplo. Na verdade, este conteúdo nem tem a ver com química inorgânica (comentei com o Raylton no IRC inclusive), porém não há explicação para este conteúdo no projeto (e ter que escrever em um livro como o introdução à química que está cheio de links vermelhos é um tanto cansativo). Imagine, como explicar um composto sem haver explicação sobre cátions e ânions? E como explicar cátions e ânions sem explicar sobre o átomo e as propriedade básicas da matéria?

Mário Júnior (Discussão)15h48min de 10 de fevereiro de 2013
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Assim continua parecendo que para perder um elétron precisa de um nêutron, sugiro colocar o átomo poder perder nêutrons, elétrons e prótons porém esse assunto não será tema desse livro.

Já que não se ensinará o correto, pode colocar uma observação acima notificando no início do módulo que é um apenas um resumo com link para química geral mesmo que esteja vermelho e um aviso acima do diagrama que aquela teoria é uma síntese para melhor compreensão do livro(já vi isso algumas vezes em livros para não ter que explicar derivada por exemplo). Qual é a referência você usará para esse módulo?

Analfabeta19h05min de 11 de fevereiro de 2013
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Eu estou utilizando meus livros escolares (mas suponho que eu não posso pô-lo como referência pois ele é exclusivo de escola pagantes e não é disponível no mercado). Eu terei que encontrar um site ou outro livro para utilizar como fonte. Esta frase eu pus somente para não ficar desconectado com a ionização (que faz átomos ganharem ou perderem elétrons).

E não é que não se ensinará o correto! Ensinar-se-á de uma forma diferente da convensional. Acho melhor por enquanto não pormos nenhum link também. Veja as páginas que possuem tais informações: Introdução à Química/Estrutura do átomo e Introdução à Química/Estrutura atômica da matéria. A página Química inorgânica/Introdução/Estrutura do átomo está muito mais completa, não há sentido informar que há mais informações nas outras páginas ou que esta é uma versão mais simples (visto que está mais completa).

Mário Júnior (Discussão)23h57min de 11 de fevereiro de 2013
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Sobre a perda de partículas só estou reclamando da forma que a frase foi formulada que cria uma interpretação errada.

Ensinar de uma forma diferente da convencional se modificando algumas teorias tudo bem, porém desde que se avise sobre o que estamos fazendo. Vou procurar em alguns livros que tenho aqui amanhã(difícil de pegar) mas tenho quase certeza que nunca vi isso em ensino médio. Ou seja, não estamos usando uma forma não convencional, e sim, uma forma mais simples.

O link ficaria ali quando a página ampliasse já o teríamos. Enfim eu tenho uma posição de que a tendencia desse Wikilivros a longo prazo(5 anos) seja sua incorporação ao de química geral(você sabe que esse caminho é natural) e essa página tenderá a desaparecer.

Analfabeta15h42min de 12 de fevereiro de 2013
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Claro. O que eu insisto é que algo pode ser mostrado de uma forma fácil acaba sendo difícil. Química é a disciplina que mais há dificuldade por parte dos estudantes. Concordo com a sua definição de simples. Sobre o parágrafo que descreve a perda das partículas ele foi simplificado para não existirem quaisquer dúvidas.

Mário Júnior (Discussão)18h07min de 12 de fevereiro de 2013
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A definição normal não seria nada difícil existe camadas que são chamadas de K L M...e essa camadas possuem subníveis s p d f g h i... como observado no diagrama de Pauling abaixo esse assunto será melhor abordado no Wikilivro de química geral sobre números quânticos, mas já que a opção é simplificar algo que será ensinado de qualquer forma, enfim que se faça. Se eu concordo absolutamente não, mas pelo menos coloque uma nota e os efeitos serão menores(quanta raiva sinto quando vou procurar algo e vejo definição claramente errada).

{{ênfase|O conteúdo nesse módulo é um resumo para introdução do wikilivro [[Química inorgânica]]}}

Agora só vou insistir mais uma vez nas fontes e referência em site ou livro voltado para ensino médio, se não teremos que marcar sem fontes.

Sobre a partícula fiz uma pequena edição, se não concordar avise(já que não é o maior motivo dessa discussão).

Analfabeta18h58min de 12 de fevereiro de 2013
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Ei, vamos falar no IRC?

Mário Júnior (Discussão)19h03min de 12 de fevereiro de 2013