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A empilhadora híbrida [1] é igual à empilhadora de torre, com a particularidade de a cabine do operador ser elevada com a carga. Este modelo é uma evolução da máquina de armazenagem/descarga (Storage and retrieval - S/R) utilizada num sistema de armazenagem/descarga automatizado. Ao contrário da máquina S/R, a empilhadora híbrida não está presa a um só corredor, mas sim habilitada a movimentar-se para outros corredores. Os modelos existentes são um pouco desajeitados fora dos corredores, mas dentro deles elas operam com uma elevada taxa de produção.

As empilhadoras híbridas operam em corredores com larguras entre 1,4 a 2,1 metros, permitem armazenamento em estantes até 18 metros de altura sempre com possibilidade de ter uma cabine para o operador, que pode também ser aquecida ou ter ar condicionado. As empilhadoras híbridas sofisticadas movem-se simultâneamente na horizontal e na vertical para acederem às posições das cargas.

As maiores vantagens da utilização deste tipo de empilhadoras é o excelente aproveitamento do espaço e a possibilidade de serem transferidas entre corredores. Por outro lado, as desvantagens são a falta de flexibilidade de reconfiguração, o elevado custo do equipamento e a elevada tolerância dimensional das estantes (Tompkins et al., 2003, p. 261).