História do Brasil/As capitanias

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Capitanias hereditárias, c. 1586

Essa forma de organização objetivava acelerar a ocupação das terras coloniais, pois a presença de colonizadores evitaria invasões de outros países ao Brasil. Mas para que o Brasil fosse ocupado Portugal deveria oferecer algo que atraísse o povo até a colônia. Por isso Portugal viu que a melhor coisa a se fazer era dividir o território em extensas faixas de terras. Em seguida doaria essas terras a quem quisesse colonizá-las, dessa forma o rei resolveria vários problemas.

A pessoa que recebia essas terras era chamado de capitão donatário. No entanto apenas duas das capitanias prosperaram: a de São Vicente e a de Pernambuco.

História das Capitanias Hereditárias[editar | editar código-fonte]

Para efetivar a colonização do território e fazê-lo gerar riquezas, o governo português decidiu enviar uma expedição colonizadora. Essa expedição foi chefiada pelo português Martim Afonso de Souza que, em 1532, fundou São Vicente, a primeira vila brasileira. A partir de então, o governo português começou a implantar no Brasil o sistema de Capitanias Hereditárias. As capitanias hereditárias eram grandes lotes de terras que foram doados a portugueses de posses.Cada donatário era responsável por promover a colonização e tornar produtivas as terras de capitania que lhe fora doada. Alguns obtiveram sucesso nessa tarefa, mas outros nem chegaram a vir para o Brasil.

No início as capitanias que mais se desenvolveram foram Pernambuco, Porto Seguro, Ilhéus e São Vicente. Nelas eram cultivadas grandes lavouras de cana-de-açúcar, que era utilizada na fabricação de açúcar, produto de alto valor comercial na Europa.


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