Guia dos Trouxas para Harry Potter/Magia/Wizengamot

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Wizengamot
  • tipo = Conselho.
  • características = Associado ao Ministério da Magia.
  • Aparece pela Primeira Vez === A Pedra Filosofal ===

Visão Geral[editar | editar código-fonte]

O Wizengamot seria a Suprema Corte dos Bruxos, é parte da estrutura de governo do mundo mágico. Ele é mencionado de passagem, na figurinha de Albus Dumbledore no “Sapo de Chocolate” que diz que ele é o Bruxo Presidente da Suprema Corte dos Bruxos. Embora nunca tenha sido definido diretamente nos livros, o Wizengamot é aparentemente um Conselho dos bruxos mais respeitados, e pode ser algo paralelo à Suprema Corte no mundo dos Trouxas.

Descrição Estendida[editar | editar código-fonte]

Spoiler[editar | editar código-fonte]

Aviso aos Iniciantes: Seguem detalhes que vocês podem não querer ler em seu nível atual de leitura.

Vemos dois tipos de sessões no Wizengamot. No livro quatro, Harry olha na Penseira do Professor Dumbledore, onde ele observa as sessões do Wizengamot durante diversos julgamentos dos Comensais da Morte, logo após Voldemort desaparecer. Nessa altura, o Presidente do Wizengamot era Bartemius Crouch Sr. e nós vemos três sessões diferentes, uma em que Karkaroff pede para ter sua sentença reduzida, a sentença de Ludo Bagman e o julgamento (assim como foi) e a sentença de Barty Crouch Jr., Bellatrix Lestrange, Rodolphus e Rabastan Lestrange.

No livro cinco, Harry também tem que se apresentar ao Wizengamot para se defender pelo uso da magia contra os Dementadores. Cornelius Fudge, o Ministro da Magia, nessa altura parece estar na Direção do Wizengamot. Talvez ele tenha ficado no lugar de Dumbledore, e parece estar tentando usar o Wizengamot como meio de controle.

Análise[editar | editar código-fonte]

Além das duas versões do Wizengamot descritas acima, podemos inferir uma terceira.

Na primeira versão do Wizengamot comentada, durante o julgamento dos Comensais da Morte, a principal função do Wizengamot parece que era julgar e condenar os Comensais da Morte. Por esse motivo e refletindo a personalidade de seu Presidente, Bartemius Crouch Sr., era um Tribunal muito duro, praticamente uma organização militar.

Quando Harry foi julgado, o Wizengamot parecia estar num processo de se tornar um porta voz do Ministério. Com Fudge como Presidente, seu propósito se tornou alinhado às necessidades do Ministério, que como qualquer organização política precisa de publicidade favorável. Portanto, os atos do Wizengamot parecem ter como alvo fazer com que o Ministério fique “bem na fita”, ao invés de fazer o que seria mais justo; é apenas a incrível habilidade de Dumbledore de debater o assunto, que faz com que a justiça seja feita nesse caso em particular.

Finalmente, entre esses dois casos, há o comentário de Albus Dumbledore ser o Presidente do Wizengamot, um cargo que ele ocupou até ter sido, mais ou menos, forçado a sair, pelo Ministério, no verão antes do quinto ano de Harry na escola; e ele parece ter sido reinstalado no cargo no livro seis. O fato de ter sido removido do cargo demonstra que o Ministério tem algum controle indireto sobre o formato do Wizengamot, embora supostamente ele pareça ser independente. Podemos assumir que, dada a natureza de Dumbledore, o Wizengamot sob seu controle, se preocupava mais com a verdade do que com expedientes políticos, e provavelmente era uma corte mais moderada e talvez mais nobre do que aquelas que vimos diretamente.

Perguntas[editar | editar código-fonte]

  1. Dumbledore e Crouch são duas pessoas no Wizengamot. Existe mais alguém que conhecemos que esteve nele, em qualquer posição que não Presidente?

Spoiler[editar | editar código-fonte]

Aviso aos leitores de nível intermediário: Seguem detalhes que vocês podem não querer ler em seu nível atual de leitura.

Visão Completa[editar | editar código-fonte]

Diferente das democracias Trouxas, britânicas e americanas, há apenas uma separação parcial de poderes entre o Wizengamot e o resto do Ministério da Magia. O Wizengamot parece funcionar como a Suprema Corte, Corte Criminal “e” Parlamento e Legislativo. Durante a audiência de Harry no livro cinco, o julgamento é presidido por Cornelius Fudge que age tanto como promotor como principal juiz. No entanto Fudge é também o chefe do governo, administrativo e executivo do Ministério, ele não deveria ter tanto controle e poder. A autora deve ter criado esse tipo de sistema falho, para enfatizar o potencial de corrupção e autoritarismo no Ministério da Magia.