Guia dos Trouxas para Harry Potter/Magia/Trouxa

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Trouxa
  • tipo = Status - Posição
  • características = nenhuma característica
  • Aparece pela Primeira Vez === A Pedra Filosofal ===

Visão Geral[editar | editar código-fonte]

Um 'Trouxa' é um humano não-mágico. A maioria dos Trouxas nada sabe sobre magia e nem sobre o mundo mágico.

Descrição Estendida[editar | editar código-fonte]

Spoiler[editar | editar código-fonte]

Aviso aos Iniciantes: Seguem detalhes que vocês podem não querer ler em seu nível atual de leitura.

Para a maioria dos bruxos, Trouxas, são vistos com carinho. Pobres pessoas não-mágicas, como elas podem viver sem usar magia? Alguns bruxos ficam espantados ou intrigados com as técnicas e gadgets (engenhocas) que os Trouxas usam para superar a falta da magia.

Para uns poucos, no entanto, os Trouxas são inferiores e eles e qualquer pessoa que descenda deles, devem ser exterminados. Essa crença naquilo que é chamado a pureza do sangue (linhagem), foi aparentemente defendida por Salazar Slytherin mais de milhares de anos antes da nossa história começar, e foi usada por Lord Voldemort como ferramenta de controle e recrutamento.


Análise[editar | editar código-fonte]

Essa crença sombria na inferioridade dos Trouxas, convenientemente esquece o fato de que muitos dos bruxos mais poderosos que viveram, incluindo o próprio Voldemort, são filhos de casamentos entre bruxos e trouxas. Além disso, as maiores notas em todos os seis anos de Harry em Hogwarts foram de Hermione Granger, filha de dois Trouxas. Harry, outro bruxo poderoso, leva a mesma marca, sua mãe era filha de Trouxas. Essa crença ignora o fato de que filhos de antigas famílias bruxas, como os Longbottoms, às vezes não são bruxos tão poderosos assim.

Embora tenham carinho pelos Trouxas, muitos bruxos sentem que eles são de alguma forma menores por causa da falta de magia; de fato, a Professora McGonagall comenta no primeiro livro que os “Dursleys são o pior tipo de Trouxas que existe.” Muitos Trouxas que sabem que o mundo mágico existe, como os Dursleys, mas escolhem ignorá-lo, negando a evidência, mesmo quando está na cara, de que está ocorrendo magia em todo lugar. No contexto do comentário da Professora McGonagall, ela não se refere ao fato dos Dursleys negarem magia, até porque isso ainda não tinha sido observado. Alguém pode imaginar o que McGonagall quis dizer com “o pior tipo de Trouxas” ou “o pior tipo que por acaso também são Trouxas.”

Perguntas[editar | editar código-fonte]

Spoiler[editar | editar código-fonte]

Aviso aos leitores de nível intermediário: Seguem detalhes que vocês podem não querer ler em seu nível atual de leitura.

Visão Completa[editar | editar código-fonte]

Vamos descobrir que a crença na superioridade dos bruxos sobre os Trouxas é generalizada; mesmo Albus Dumbledore, quando jovem, visualizou um mundo onde os Trouxas aceitavam o governo benevolente dos bruxos.

O Mundo Mágico e o Mundo Trouxa[editar | editar código-fonte]

Parte do trabalho do Ministério da Magia é manter o Mundo Mágico escondido dos Trouxas. Quando um Trouxa vê algo relacionado ao mundo dos bruxos, o Ministério manda bruxos para ajustar a memória dos Trouxas (Obliviate), eliminar a recordação do evento.

Das muito poucas exceções entre os Trouxas, está o Primeiro Ministro, que podemos ver no sexto livro, e que deve ajudar na interação do Mundo Mágico com os Trouxas; Abortos; e os pais e irmãos Trouxas mestiços ou bruxos e bruxas nascidos Trouxas.

O acidente mais perigoso conhecido, que quase fez uma brecha nesse manto de segredo, de acordo com Animais Fantásticos e Onde Habitam de "Newt Scamander", ocorreu quando um dragão verde galês deu um rasante sobre um grupo de banhistas em Ilfracombe em 1932. Uma família bruxa que estava de férias ali, impediu a catástrofe usando o maior número de feitiços de memória simultâneos já registrado, nos residentes do local.

Por que é importante que os Trouxas permaneçam desconhecendo o Mundo Mágico, nunca foi totalmente explicado. No primeiro livro, Hagrid explica para Harry que se os Trouxas soubessem que há bruxos vivendo entre eles, eles desejariam que os bruxos resolvessem todos os seus problemas usando magia.

O Estatuto Internacional do Sigilo da Magia, assinado em 1692, codificou essa separação entre Mundo Mágico e os Trouxas. Nessa altura, segundo Newt Scamander, o Estatuto foi considerado uma maneira de proteger os bruxos do medo da magia e de seus praticantes, que os Trouxas sempre tiveram. Um dos aspectos desse Estatuto é o Decreto de Restrição de Magia por Menores de Idade, em que Harry se complicou em três ocasiões.