Guia dos Trouxas para Harry Potter/Magia/Pinturas

Origem: Wikilivros, livros abertos por um mundo aberto.
Saltar para a navegação Saltar para a pesquisa


Pinturas
  • tipo = Objetos
  • características = imagens animadas.
  • Aparece pela Primeira Vez === A Pedra Filosofal ===

Visão Geral[editar | editar código-fonte]

Pinturas Mágicas ou quadros, são pinturas normais, a diferença é que as pessoas retratadas se movem e interagem com a cena pintada, com outras pinturas e com o mundo externo.

Descrição Estendida[editar | editar código-fonte]

Spoiler[editar | editar código-fonte]

Aviso aos Iniciantes: Seguem detalhes que vocês podem não querer ler em seu nível atual de leitura.

As pessoas nas pinturas podem se mover de um quadro para outro do lado; diversas vezes, um personagem é visto passando de um quadro para outro e para outro para contar novidades, e, no terceiro livro um personagem, Sir Cadogan viaja de um quadro para outro para mostrar a Harry e Ron o caminho para aula.

Os personagens em diversas pinturas são chamados pelo nome e existem personagens mais importantes por sua própria personalidade, como a Mulher Gorda que guarda a Torre da Gryffindor, Phineas Nigellus Black e Sir Cadogan, que são os mais famosos entre todos.

Também é possível que um personagem de uma pintura se mova para outro quadro, onde ele ou ela está também retratado. Embora, com certeza, os quadros que estão no gabinete do Diretor em Hogwarts tenham essa habilidade, não sabemos se as outras pinturas também podem fazer o mesmo. Em alguns casos, especialmente no de Phineas Nigellus, ele é o habitante de dois quadros. Isso significa que sempre vai ter uma pintura “vazia”. Embora isso pareça estranho para os Trouxas, um quadro sem personagem, aparentemente é comum no mundo mágico; Ron comenta, quando Harry fala que sua figurinha dos Bruxos Famosos está vazia, “Bem, você não espera que ele fique aí o dia todo.”

As duas pinturas podem estar a qualquer distância uma da outra, mas seus habitantes ainda assim podem mudar. Em diversos casos, pessoas retratadas nas pinturas no gabinete do Professor Dumbledore viajam instantaneamente até seus quadros em Londres. Essa troca pode ser útil para levar mensagens entre os locais dos diferentes quadros, ou contar o que está acontecendo em outros lugares.

Aparentemente os habitantes podem viajar de um quadro para outro em qualquer prédio do mundo mágico; nós vemos isso tanto em Hogwarts quanto em St. Mungo.

Note que os retratos no escritório do Diretor não podem viajar de moldura para moldura uma vez que tenham saído de Hogwarts; no último livro, o retrato de Phineas Nigellus diz que o retrato de Dumbledore não pode viajar para a tela que Phineas está usando para visitá-los. Somos levados a crer que o retrato de Phineas Nigellus pode viajar de quadro para quadro dentro de sua antiga casa em Grimmauld Place, mas nunca o vimos fazer isso.

Análise[editar | editar código-fonte]

As limitações nos locais para onde os retratos podem viajar é mesmo necessária, uma vez que, sem esses limites, qualquer personagem de qualquer quadro poderia visitar qualquer outra pintura. Isso tornaria a história exagerada, uma vez que Harry poderia chamar e interrogar o retrato de Dumbledore, não importa onde ele estivesse. A ausência de Dumbledore é vital para Harry amadurecer.

Alguém pode imaginar o caso de um personagem que foi pintado diversas vezes, como, imaginamos, Albus Dumbledore. Se existirem vinte retratos dele espalhados pelo mundo mágico, será que ele aparece em cada um por vez? Ou existem diversos Dumbledores espalhados entre as pinturas? E será que eles poderiam se esbarrar, como se você tivesse, talvez dois ou três Dumbledores de diferentes idades aparecendo em sua moldura de vez em quando?

Perguntas[editar | editar código-fonte]

Spoiler[editar | editar código-fonte]

Aviso aos leitores de nível intermediário: Seguem detalhes que vocês podem não querer ler em seu nível atual de leitura.

Visão Completa[editar | editar código-fonte]