Audiodescrição de obras do Museu do Ipiranga/Q42714002

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Combate de Botocudos em Mogi das Cruzes

Combate de Botocudos em Mogi das Cruzes
 
Ficha catalográfica

Título: Combate de Botocudos em Mogi das Cruzes
Identificador no Wikidata: Q42714002
Categoria no Wikimedia Commons: Category:Combate de Botocudos em Mogi das Cruzes
Artigo na Wikipédia: Combate de Botocudos em Mogi das Cruzes
Número de inventário: 1-19214-0000-0000
Criador(a): Oscar Pereira da Silva
Encomendador(a): Afonso d'Escragnolle Taunay
Data: 1920
Coleção: Coleção Museu Paulista
Instância de: pintura
Material utilizado: tinta a óleo
Altura: 100 centímetros
Largura: 150 centímetros
Localização: Museu Paulista
País de origem: Brasil
País: Brasil
Gênero artístico: pintura histórica
Retrata: bandeirante, Botocudos, acessório, homem, arco do triunfo, arma, árvore, bolsa, bota, calçada, capacete, chapéu, fuzil, flecha, Gibão de couro, indígena nativo americano, traje típico, planta
Google Arts & Culture ID: 7wEG1ZK9-xuH4w
Itaú Cultural ID: obra65185/combate-de-botocudos-em-mogi-das-cruzes
Situação dos direitos autorais: domínio público
Descrito na URL: http://www.scielo.br/pdf/anaismp/v26/1982-0267-anaismp-26-e34.pdf

 
Audiodescrição

Edite a audiodescrição
A pintura de Oscar Pereira da Silva é feita em tinta a óleo. Datada de 1920,  a tela mede 100 centímetros de altura por 150 centímetros de largura.

A pintura representa uma batalha travada contra os índios Botocudos numa área de mata em Mogi das Cruzes.

No centro da tela, um homem com pele clara está em pé e virado para a direita. Ele usa blusa branca sob vestimenta tradicional de couro, chapéu, gibão, botas e uma bolsa de couro com alça transpassada para a esquerda. Porta uma arma presa à cintura por um cinto de couro vermelho. Duas flechas estão com as pontas fincadas na altura dos seus quadris. Ele aponta uma arma de fogo de cano longo e atira em direção aos indígenas.

À direita da imagem, atrás do personagem principal, alguns combatentes empunham armas e abrigam-se por trás de um grande tronco de árvore e um emaranhado de raízes.

Os indígenas Botocudos de pele avermelhada, têm o torso nu e usam adornos que alargam os lóbulos das orelhas. Eles ocupam a direita da floresta. No alto de uma árvore, um nativo arma um arco e aponta uma flecha em direção ao combatente no centro da cena. Abaixo, caído no chão da mata, um Botocudo está ferido.

Encomendada por Afonso Taunay para comemorar o centenário da Independência do Brasil, a pintura é uma ampliação baseada no desenho original de Jean-Baptiste Debret, de 1834. Ela registra os indígenas do Brasil e seus costumes.


Roteirista em AD: Elizabeth Amorim