Marcas nas fotografias de Werner Haberkorn/Vista parcial do Vale do Anhangabaú. São Paulo-SP 34

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Vista parcial do Vale do Anhangabaú. São Paulo/SP (metadados).

Lista de marcas identificadas[editar | editar código-fonte]

  • Cosmopolita
  • GOOMTEX
  • CICA
  • LÃS SAMS
  • Jantzen
  • Miramar Palace Hotel
  • Pássaro Marron
  • Companhia Paulista de Seguros

Pesquisa sobre marcas[editar | editar código-fonte]

Cosmopolita[editar | editar código-fonte]

A Cosmopolita foi uma famosa marca de utensílios domésticos produzidos e vendidos no Brasil durante o século 20.

Fundada no final do século 19 pela Metalúrgica Paulista S/A, a marca é conhecida até hoje pelos seus fogões e aquecedores a gás, que foram pioneiros no mercado brasileiro. Nas décadas de 70 e 80, a empresa foi comprada pela Wallig Sul S/A e assumida pela Coomec-Coop Industrial Mecânica com o objetivo de operar também no mercado de distribuição de gás, sobretudo nos estados do Rio de Janeiro e São Paulo. A empreitada não decola os prejuízos começam a aparecer.

A marca acabou falindo e foi adquirida como forma de pagamento de um de seus representantes.[1]

Referências

[1] Propmark: Superbid leiloa marca de fogões Cosmopolita

GOOMTEX[editar | editar código-fonte]

A Goomtex foi uma fábrica de capas de chuva e abrigos de plástico fundada na década de 20 no Brasil pelo alfaiate ucraniano David Zeiger, poucos anos após sua chegada no país com sua família. A sua sede se localizava em São Paulo, na Rua José Paulino. Suas produções variavam de sobretudos de lã até capas para finalidades agrícolas com o lema de "A capa que veste o Brasil". [2]

Nos anos 60, a Goomtex acabou sendo integrada a Pull-sport, companhia de malharias também fundada por David, em sociedade com sua esposa Mila Zeiger e os pais dela, David e Rachel Liberman. [3]

Referências

[2] Sérgio Zeiger sobre David Zeiger e GOOMTEX

[3] David Zeiger: Wikipédia, a enciclopédia livre

CICA[editar | editar código-fonte]

A Companhia Industrial de Conservas Alimentícias, mais conhecida como CICA foi fundada em 1941, em Jundiaí,interior de São Paulo. Foi a maior multiprodutora agrícola brasileira, tendo seu maior reconhecimento pela linha de atomatados Elefante.Resultante da associação das famílias Bonfiglioli, Messina, Guerrazzi e Guzzo , importadores e comer ciantes de produtos europeus.Desde o início a empresa adotou a marca "Elefante" em homenagem ao filho de um dos seus fundadores e praticante da caça de elefantes. [4]

No início sua principal produção era unicamente de extrato de tomate Elefante.Um ano depois,em 1942, a empresa expandiu sua linha de produtos, incluindo a produção de frutas em conserva,geleias,azeitonas,entre outros.

A partir de 1979, o desenho realista do elefante foi modificado pelo elefante verde Jotalhão, criado por Maurício de Souza para uma campanha publicitária de curta duração do Jornal do Brasil e logo após acrescentado a "Turma da Mônica".

Após a marca adotar o Jotalhão como mascote oficial do produto, ela ganhou mais a confiança do público, pois o personagem tinha uma linguagem eficiente para atingir determinados públicos naquela época. As pessoas começaram a associar os produtos daquele personagem à marca, por este motivo o extrato de tomate ficou tão conhecido naquele momento. E o slogan que eles utilizam era bem simples, porém com uma intenção profunda; “Se a marca é CICA, bons produtos indica”. [5]

Em meados de 1982, a empresa CICA perdeu forças ao longo do tempo, pois não havia mais matéria-prima o que gerou uma crise na produção por falta de desenvolvimentos tecnológicos, a falta de equipamentos deixou a empresa em ultima posição perante as outras marcas, e com isso acabou entrando em outras crises financeiras que fizeram a CICA encerrar suas atividades na cidade de Presidente Prudente. No ano de 1993, a empresa foi comprada pela marca Arisco, que atualmente está incorporada à Unilever. [6]

Na década de 1970, a CICA produzia marmeladas e goiabadas na filial localizada na cidade de Delfim Moreira, no Sul de Minas Gerais. Em 1992 a CICA fechou seu complexo industrial em Presidente Prudente interior de São Paulo e em 1993, a empresa foi adquirida em janeiro de 1993 pela Unilever, então Gessy Lever. A fábrica de Jundiaí foi fechada em 1998 e hoje parte da antiga fábrica é uma loja de materiais de construção, já a marca CICA foi extinta em 2003, mas ainda era possível encontrar Polpa de Tomate Pomodoro, com a marca CICA nos supermercados por alguns anos seguintes. Atualmente seus produtos possuem um selo da Cargill.

Até o momento, o remanescente industrial da CICA está sem uso, ocupando considerável espaço intransponível e sem atividades, impedindo a dinâmica do tecido urbano de Jundiaí (o que traz prejuízos sociais e financeiros). A região na qual indústria se localizava ficou conhecida como Jardim Cica, no bairro Vianelo Bonfiglioli (Junção da região Bonfliglioli com Vianelo, cada uma em uma "ponta" do bairro), graças à importância histórica e econômica da atuação da família na cidade. Este é um fator que serviu como objeto de estudo no 4° seminário Ibero- Americano de Arquitetura e Documentação, em 2015. [7] [8]

Referências

[4] CICA: Wikipédia, a enciclopédia livre

[5] Jundiaí Agora

[6] Congresso Tomate

[7] Novos usos para grandes áreas industriais: patrimônio histórico e contexto contemporâneo, de Eduardo Carlos Pereira

[8] Vista Parcial do Vale do Anhangabaú / 37

Lãs Sams[editar | editar código-fonte]

As Lãs Sams foi uma famosa marca de lãs para tricô produzida pela empresa Santista Têxtil.

A Santista tem uma história de grande relevância e importância para a construção do setor têxtil nacional. Criada em 1925 com o intuito de fabricar sacos de farinhas para a empresa parceira Moinhos Santistas, a empresa criou sua primeira unidade no bairro do Tatuapé, na zona leste de São Paulo. Logo, a empresa iniciaria um processo de diversificação de produtos e se expandiria para outras áreas da produção têxtil.

A produção das lãs iniciou-se em 1934 com a inauguração de uma fábrica no bairro do Belenzinho, também na zona leste de São Paulo. Por ano, a fábrica produzia mais de 4 milhões de metros de tecido destinados a vestuário, além de aproximadamente 800 toneladas de fios de lã para produção artesanal ou industrial.

Em outros grandes feitos da empresa, é importante a citar que em 1952 faz história ao começar a vender os primeiros lençóis industriais do Brasil, quando até então só se comprava com costureiros ou artesões. Quatro anos depois, em 1956, inova mais uma vez ao dar início a produção de uniformes e roupas profissionais, sendo os cozinheiros do Othon Palace Hotel os primeiros a receberem as confecções.[9]

Referências

[9] Fundação Bunge: Histórico do Setor Têxtil

Jantzen[editar | editar código-fonte]

A Jantzen é uma marca de roupas de banho criada em 1910 sob o nome inicial de Portland Knitting Company, nos Estados Unidos.

A produção inicial de roupas para nadadores foi um sucesso e em 1918 a marca muda seu nome para Jantzen Knitting Mills, em homenagem ao seu criador Carl Jantzen. Em 1920, a marca se empenha em aumentar seu território e inicia uma série de campanhas publicitárias em outdoors em São Francisco e Los Angeles. Na mesma década, as produções já eram vendidas em países da Europa, América do Sul e Ásia.

A garota de maiô vermelha que ilustra o logotipo rapidamente se tornou um ícone de fácil reconhecimento para a marca. As produções atingiram seu auge, mas logo tiveram que mudar um pouco o foco, em 1941, com a entrada dos Estados Unidos na Segunda Guerra Mundial. Iniciou-se então a produção de itens militares como sacos de dormir, bolsas para máscaras de gás e paraquedas.

Com o fim da guerra, a empresa entra na onda dos biquínis e faz um sucesso no mundo todo. Em 2002, a marca é comprada pela Perry Ellis Internacional e ainda hoje é um dos principais nomes na moda praia. No Brasil a marca foi revendida em boutiques e lojas de departamento durante muitos anos. Hoje, é possível encontra-la em outlets e lojas especializadas em roupas de banho.[10]

Referências

[10]Site oficial da Jantzen: Linha do tempo (em inglês)

Miramar Palace Hotel[editar | editar código-fonte]

Construído em 1950[11], o Miramar Palace Hotel é um dos hotéis mais famosos da orla de Copacabana, no Rio de Janeiro. Com seu estilo luxuoso, o hotel possui 200 quartos e por ele já passaram inúmeras estrelas e personalidades internacionais[12]. Em 2011, o hotel é comprado pela rede mundial Windsor e passa  por uma grande reforma de dois anos que agrega ainda mais valor à essa construção tão emblemática da orla carioca[13]. Junto com a compra, muda o seu nome para Miramar by Windsor e hoje ostenta um lugar na lista dos 25 melhores hotéis do Brasil, segundo o TripAdvisor[14].

Referências

[11] Meetings and Conventions: Miramar Hotel by Windsor (em inglês)

[12] Turiagem: Miramar Hotel by Windsor ganha o prêmio Travellers’ Choice 2018

[13] Site Windsor Hoteis: Miramar Hotel by Windsor

[14] Site Infomoney: Os melhores hotéis do Brasil em 2017, segundo o TripAdvisor

Pássaro Marron[editar | editar código-fonte]

A Pássaro Marron é uma empresa brasileira fundada no ano de 1935 e atuante no setor de transportes rodoviários intermunicipal e interestadual de passageiros e cargas na região Sudeste. A empresa surgiu e se expandiu em compasso com o desenvolvimento da Região Metropolitana do Vale do Paraíba.

Inicialmente sob o nome de Pássaro Azul, a viação mudou para o nome atual por conta de seus veículos sempre rodarem sujos de terra e lama das estradas que percorriam. Todavia, a empresa optou por registrar o nome com a grafia “Pássaro Marron”. [15]

A sede da Passaro Marron fica na cidade de Guaratinguetá, em São Paulo. A empresa possui uma frota de aproximadamente 450 ônibus que operam diversas linhas no Vale do Paraíba e atendendo a mais de 50 municípios. Além disso, mais de 1600 pessoas são empregadas pela companhia, que chega a transportar cerca de 20 milhões de passageiros por ano. [16]

Referências

[15] Site Oficial da Pássaro Marron: Quem somos

[16] Pássaro Marron: Wikipédia, a enciclopédia livre

Companhia Paulista de Seguros[editar | editar código-fonte]

A Companhia Paulista de Seguros Marítimos e Terrestres foi criada no ano de 1906 em São Paulo. Fazendo grande sucesso na cidade, logo expandiu sua cobertura para Santos, Campinas e Rio de Janeiro e em menos de cinquenta anos já estava em todo território nacional.

Na década de 50, inaugurou o icônico edifício sede na Rua Libero Badaró no qual está o letreiro fotografado. Em meios às crises dos anos 70, 80 e 90, a seguradora foi investindo em tecnologia e infraestrutura e chamou a atenção do grupo internacional Liberty Mutual, uma das maiores empresas de seguro do mundo.

Não demorou muito, em 1996 a empresa comprou a Companhia Paulista de Seguros. Esta deixa seu antigo nome e passa a ser chamada como a sua compradora.

Nos últimos anos a Liberty Seguros vem focando em expandir cada vez mais o seu mercado e ostenta o lugar de 5° maior seguradora do país, com mais de um milhão de contratos. Em 2010 se tornou a maior operação internacional do Grupo Liberty Mutual.[17]

Referências

[17] Site Liberty Seguros: História

Comentários sobre a fotografia[editar | editar código-fonte]

Toda imagem nos oferece algo, ligado ao real ou imaginário, para pensar. Imagens portam e veiculam pensamentos de quem as produziu e de quem as observa, e tornam-se, assim, locais de memória coletiva. Imagens são formas que pensam, dialogam e se comunicam independentes de nós, possuindo um potencial intrínseco de suscitar pensamentos e ideias chamado de “poder de ideação”.

Esses foram os três argumentos introdutórios que o professor e pesquisador Etienne Samain apresenta para defender a lógica de “imagens pensantes” em seu livro “Como Pensam as Imagens?”. Na verdade, as imagens não pensam, mas elas são veículos de pensamento, que tem o potencial de fomentar tantas interpretações como um texto escrito ou uma música. Pensando nesse potencial, o autor coloca as imagens como sujeitos pensantes e não produtos como recurso estilístico.

A reprodução de uma imagem não é, em nenhuma hipótese, mecânica. Sempre há sugestões ligadas aos elementos visuais de uma imagem que fazem referência a um recorte mais amplo. Logo, é possível afirmar que todo o conjunto fotográfico de Werner Haberkorn é uma enorme associação de pensamentos. Além da intenção inicial do fotógrafo em realizar esse projeto, cada observador projeta os seus próprios significados na produção. Essas imagens sobrevivem porque elas não se esgotam em seu potencial de análise, de produção de significado. [18]

A fotografia acima, em específico, conjura todo um contexto histórico medular, quando comparado ao que é e como funciona a cidade de São Paulo atualmente. A capacidade de levantar questionamentos é quase inesgotável, ainda mais para aqueles que não viveram no determinado período histórico.

O desenvolvimento histórico da cidade de São Paulo se dá no período que compreende principalmente os anos 1940 e 1950 e foi um processo análogo à industrialização e a crise da cafeicultura. O surto industrial garantiu ao centro da cidade uma visualidade urbana que buscava se aproximar das grandes metrópoles, como Nova York, que eram sinônimos de “ápice do desenvolvimento” e modernidade.

As fotografias analisadas ao longo deste livro ilustram as diversas mudanças sistêmicas no espaço – e, implicitamente, no âmbito cultural metropolitano também – a construção de avenidas, edifícios importantes e a consolidação da cidade como espaço físico da propaganda. A configuração urbana adquire uma função mercadológica e o grande volume de indústrias e comércios passa a se expressar, notoriamente no panorâmico urbano.

Os edifícios, além de cumprirem a sua função arquitetônica e administrativa, funcionaram como verdadeiros veículos da propaganda. Anúncios em prédios estavam em uma posição privilegiada, no centro da cidade, sempre no alto, visíveis e prontos a captar a atenção diária dos passantes. As marcas, obviamente, se aproveitaram disso. É notória a presença de outdoors, letreiros, placas e até mesmo elementos, como a pequena garrafa de Coca Cola que existiu no topo do prédio do Banco do Brasil, ainda em obras, e que foi inaugurado em 1954.

Cada anúncio publicitário em um prédio provavelmente mobilizava um grande valor líquido em termos de capital justamente por ter essa posição privilegiada. Com a consolidação da organização do antigo Centro de São Paulo, as pessoas se viram expostas e bombardeadas por publicidades também no meio físico, quando antes isso era apenas presente na mídia, nos meios de comunicação de massa, como principalmente o rádio e o jornal impresso, nesse período.

O recorte fotográfico de Harberkorn mostra toda a dinâmica urbana, de circulação de modais de transporte e pessoas, em contraste com as grandes edificações em sua verticalidade. Ao colocar em evidência os prédios, o fotógrafo inevitavelmente põe em foco também esses grandes letreiros e propagandas. [19]

A marca mais notória da fotografia é a GOOMTEX, e levanta questionamentos acerca de como uma marca que comercializa artigos de plástico e capas de chuva teve condições de instalar um letreiro dessa magnitude. De onde surgiu essa relevância e poder aquisitivo é algo curioso. Acima da GOOMTEX, está a Cosmopolita, uma marca de eletrodomésticos, da qual se destacam os fogões, mas que desapareceu do mercado sem deixar muitos vestígios.

Localizado bem perto do Viaduto do Chá, há um outdoor que traz a presença expressiva de quatro marcas: Pássaro Marron, uma viação, LÃS SAMS e Jantzen, que fazem parte da indústria têxtil, e um hotel, o Miramar Palace Hotel. Em um mesmo suporte material aparecem três segmentos de mercado completamente diferentes, o que demonstra uma possível flexibilidade em anúncios pela cidade.

Ao lado da GOOMTEX e da Cosmopolita, encontra-se a CICA, marca do segmento alimentício, conhecida pelo extrato de tomate Elefante, que trazia o personagem Jotalhão da Turma da Mônica como símbolo do produto. A CICA é uma evidência histórica de como é eficaz para a publicidade se associar com outros elementos culturais da sociedade, uma vez que esse extrato de tomate ficou extremamente conhecido e pode ser encontrado nos mercados até os dias de hoje – trazendo o nome de outra marca, mas a memória da CICA.

Por último, aparece o prédio da Cia. Paulista de Seguros, atual propriedade do Grupo Liberty Seguros. Apresentando mais um segmento diferente, dessa vez no setor de serviços, não mais industrial, provando a diversidade da propaganda urbana ao qual os grupos sociais eram expostos. O espaço urbano é amplo em todos os seus sentidos e a coleção de Haberkorn é uma memória de quando o espaço urbano era explorado ao máximo, atuando inclusive como um espaço também de criação e venda, algo que não acontece mais nos dias de hoje, em que não há espaço e permissão para tal fenômeno.

  1. 1,0 1,1 http://propmark.com.br/mercado/superbid-leiloa-marca-de-fogoes-cosmopolita
  2. 2,0 2,1 http://sergiozeiger.wixsite.com/david-zeiger
  3. 3,0 3,1 https://pt.wikipedia.org/wiki/David_Zeiger
  4. 4,0 4,1 https://pt.wikipedia.org/wiki/Companhia_Industrial_de_Conservas_Aliment%C3%ADcias
  5. 5,0 5,1 http://jundiagora.com.br/cica-marcou/
  6. 6,0 6,1 http://www.congressotomate.com.br/2011/palestras/Tomaticultura-industrial-no-cerrado-25-anos.pdf
  7. 7,0 7,1 http://www.forumpatrimonio.com.br/arqdoc2015/artigos/pdf/89.pdf
  8. 8,0 8,1 Marcas nas fotografias de Werner Haberkorn/Vista parcial do Vale do Anhangabaú. São Paulo-SP 37
  9. 9,0 9,1 http://www.fundacaobunge.org.br/acervocmb/assets/historicos/historico-setor-textil.pdf
  10. 10,0 10,1 http://www.jantzen.com/timeline.html
  11. 11,0 11,1 http://www.meetings-conventions.com/Meeting-Facilities/Rio-de-Janeiro/Convention-Hotel/Miramar-Hotel-by-Windsor-p7112113
  12. 12,0 12,1 http://turiagem.com/miramar-hotel-by-windsor-ganha-o-premio-travellers-choice-2018/
  13. 13,0 13,1 http://windsorhoteis.com/hotel/miramar-hotel-by-windsor/
  14. 14,0 14,1 https://www.infomoney.com.br/minhas-financas/turismo/noticia/6105567/melhores-hoteis-brasil-2017-segundo-tripadvisor
  15. 15,0 15,1 http://www.passaromarron.com.br/quemsomos/
  16. 16,0 16,1 https://pt.wikipedia.org/wiki/P%C3%A1ssaro_Marron
  17. 17,0 17,1 https://www.libertyseguros.com.br/Pages/sobre-a-liberty.aspx
  18. Como Pensam as Imagens, livro de Etienne Samain. ISBN: 978-85-268-0961-1
  19. http://www.producao.usp.br/handle/BDPI/44502?show=full