Marcas nas fotografias de Werner Haberkorn/Cine Bink - Campinas

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Cine Rink - Campinas (metadados).

Lista de marcas identificadas[editar | editar código-fonte]

  • Brahma
  • Cine Rink
  • Nome da marca encontrada 03
  • Nome da marca encontrada 04

Pesquisa sobre marcas[editar | editar código-fonte]

Brahma[editar | editar código-fonte]

Brahma é uma marca de cerveja brasileira criada em 1888, no Rio de Janeiro, que depois seria sucedida pela AmBev. Brahma é a segunda marca de cerveja mais consumida no Brasil, e a nona cerveja mais consumida em todo o mundo.

Tudo começou quando o engenheiro suíço Joseph Villiger, acostumado ao sabor das excelentes cervejas europeias, resolveu começar a fabricar sua própria cerveja de forma artesanal em sua casa. Saboreada primeiramente entre amigos, sua cerveja acabou agradando a vários paladares e ficou tão famosa que ele, juntamente com os brasileiros Paul Fritz e Ludwig Mack, no dia 6 de setembro de 1888, inaugurou a Manufactura de Cerveja Brahma Villiger & Companhia, na Rua Visconde de Sapucahi número 128, no Rio de Janeiro, lançando comercialmente a marca BRAHMA CHOPP, disponível nas versões clara e escura, inicialmente vendida somente em barris de madeira. No início, a pequena manufatura foi inaugurada com uma produção diária de 12.000 litros de cerveja e apenas 32 funcionários.

Ela é clara, brilhante, saborosa e internacionalmente conhecida. Quando é dita a expressão “A Número 1” o que vem na cabeça do consumidor é a marca de cerveja BRAHMA, uma das mais conhecidas e populares do mercado brasileiro, consumida por um fiel exército formado por milhões de “Brahmeiros”. Afinal, possui o sabor da autêntica cerveja brasileira com espuma cremosa e persistente, amargor presente sendo ligeiramente encorpada.

Cine Rink[editar | editar código-fonte]

O Cine Rink, inaugurado em 1878, era inicialmente uma casa de espetáculos especializada em patinação e possuía também um salão para espetáculos, bailes e conferências. Com a chegada do cinematógrafo, a partir de 1901 passa a haver sessões regulares do Cinematógrafo Universal e da American Biograph.

O Cinema desabou, tragicamente, durante uma matinê em 1951, causando muitas mortes. Com capacidade para 1200 pessoas o cinema estava lotado. O teto começou a desabar quando os espectadores assistiam à matinê dupla com os filmes Os salteadores e Amar foi minha ruína. Em poucos minutos, houve 25 mortes (mais 15 mortes posteriormente) , além de mais de 400 feridos.

Referências

Comentários sobre a fotografia[editar | editar código-fonte]

A foto foi tirada pelo engenheiro, fotógrafo e empresário alemão Werner Haberkor. Suas fotos foram fundamentais na década de 40 e 50, quando mudou para o Brasil em virtude do regime nazista. Suas fotos mostram o desenvolvimento estrutural das cidades brasileiras, principalmente São Paulo e o Rio de Janeiro.

Pelo fato de ter ocorrido no final da Segunda Revolução Industrial, Haberkorn pode retratar em suas fotos como as paisagens urbanas também mudaram. A verticalização, ou seja, a estrutura centrada em prédios, e o desenvolvimento automotivo, foram mudanças evidentes nas cidades. O fotógrafo foi impecável ao registrar tais ciclos.

Nesse caso a foto retratada foi tirada em Campinas, interior de São Paulo. Poucos anos após essa foto, ocorreu em 1951 o desabamento do telhado do cinema, enquanto os espectadores estavam em uma matinê. Houveram 25 mortes no local e mais 15 posteriormente.