Introdução à Sociologia/Principais Autores

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Augusto Comte (1798-1857)[editar | editar código-fonte]

Buscando a máxima objetividade em seus estudos, o pensador francês Augusto Comte colocou a matemática na base de suas pesquisas, instituindo o Positivismo, metodologia que, quando aplicada à análise das relações humanas, acabou por constituir a nova ciência da Sociologia.

Frederic Engels (1820-1895)e Karl Marx (1818-1883)[editar | editar código-fonte]

Os dois pensadores alemães contribuíram para o desenvolvimento da Sociologia ao salientar que as relações sociais decorriam, na realidade, dos modos de produção, que seriam os fatores de transformação das sociedades. Dos processos de constituição dos modos de produção resultariam a formação das classes sociais e as lutas provenientes dessa diferenciação.

Émile Durkheim (1858-1917)[editar | editar código-fonte]

Considerado por muitos estudiosos o fundador da Sociologia como ciência independente das demais Ciências sociais, o francês preconizou o estudo dos fatos sociais como "coisas" e, se utilizando de rigor científico, determinou um objeto e uma metodologia de trabalho próprios dos estudos sociológicos.

Max Weber (1864-1920)[editar | editar código-fonte]

Com uma ênfase maior na constituição subjetiva da sociedade, o teórico alemão observou a Sociologia como sendo o estudo de interações significativas entre indivíduos que formam uma teia de relações sociais, tendo como objetivo último a compreensão da conduta social.

Pierre Bourdieu (1930-2002)[editar | editar código-fonte]

As teorizações deste autor se centralizaram na tarefa de compreender os mecanismos de reprodução social que legitimam as formas de dominação. Para isso, o filósofo retirou os fatores econômicos do centro das análise da sociedades e utilizou variantes como a produção simbólica e cultural, que expressam gostos de classe e estilos de vida, estando, portanto, nas raízes das distinções sociais.

Erving Goffman (1922-1982)[editar | editar código-fonte]

Teórico de origem canadense que postulou que os papéis sociais tem a ver com a forma como cada indivíduo concebe sua auto-imagem. Para tanto, Goffman estudou com atenção as "instituições totais", locais nos quais os indivíduos eram isolados da sociedade e tinham suas atividades normalizadas e espacialmente concentradas, tais como prisões e conventos.

Paulo Freire (1921-1997)[editar | editar código-fonte]

O educador brasileiro se destacou por seu trabalho na área da educação popular, voltada tanto para a escolarização, quanto para a formação da consciência. Paulo Freire delineou a chamada Pedagogia da libertação, na qual relacionou a visão marxista do Terceiro Mundo e das classes oprimidas na tentativa de construir uma nova forma de conscientização política.

Florestan Fernandes (1920-1995)[editar | editar código-fonte]

De intensa atuação em diferentes campos das ciências sociais, o sociólogo brasileiro abriu caminho para a profissionalização dos sociólogos ao defender a participação e a interferência dos intelectuais nos problemas nacionais, inaugurando um novo estilo de pensar a realidade social, por meio da qual se torna possível reinterpretar a sociedade e a história, bem como a Sociologia anteriormente produzida. Também é considerado o fundador da Sociologia Crítica no Brasil.

Herbet Spencer[editar | editar código-fonte]

Os principios da sociologia.desenvolveu uma teoria de organização do homem,apresentando vasta série de dados históricos e etnograficos para fundamentá-las.

Gabriel Tarde[editar | editar código-fonte]

Na definição sociedade é uma coleção de seres com têndencias a se imitarem entre si,ou que,sem si imitarem,suas qualidades comuns são cópias antigas.

George Simmel[editar | editar código-fonte]

Simmel concluiu que a realidade social é extremante complexa, e até certo ponto caótica em relação aos significados.

Sorokim[editar | editar código-fonte]

Levou a cabo um estudo profundo do que diferentes povos consideraram como valiosos durante a história.Dividiu em duas categorias:empírica e idealista.

Karl Mannheim[editar | editar código-fonte]

Acreditava que no futuro,o homem iria superar o dominio que os processos históricos exercem sobre eles.