História da Suécia/Guerra Fria

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Soldados suecos da ONU no Congo.

Por um longo tempo após a Segunda Guerra Mundial foi a Europa polarizada das tensões entre Leste e Oeste. Suécia manteve sua linha de não-alinhamento e de neutralidade, mas na prática ele continuou colaboração com as potências ocidentais. Pode parecer paradoxal, já que a Suécia por tanto tempo governado por um governo socialista, mas os social-democratas suecos temiam o socialismo totalitário da União Soviética. Em vez disso, colocar mais valor à soberania nacional.

A Suécia foi tempo um perfil de política externa baixo, mas foi mudado em 1960. Em 1963, foi preso o coronel Stig Wennerstrom de espionagem, o que levou a uma agudização de tom nas relações com a União Soviética. Embora a relação com os Estados Unidos deterioraram-se aos protestos amplos contra a guerra no Vietnã. Suécia está começando a ter mais responsabilidade para a segurança internacional no âmbito das Nações Unidas. Entre outras coisas, enviou soldados suecos pela primeira vez para a batalha para a ONU no Congo.

A política é radicalizado[editar | editar código-fonte]

Ao mesmo tempo cresceu um movimento político de esquerda mais forte. Foi , sobretudo, a guerra dos Estados Unidos no Vietnã que estavam protestando contra, mas também para outras coisas na sociedade que considerava ser reacionário. Também apoiou os vários movimentos insurgentes no Terceiro Mundo. Os protestos tomaram a forma de manifestações, greves e ocupações de prédios onde greve dos mineiros em Kiruna e ocupação do prédio da união dos estudantes em Estocolmo se tornou o perfil mais alto.