Bibliotecas Digitais/Bibliotecas Digitais no Brasil

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Bibliotecas digitais no Brasil[editar | editar código-fonte]

As bibliotecas digitais foram adotadas no Brasil, primariamente, em cidades de médio e grande porte, por já contarem com um bom suporte para sistemas de automação de bibliotecas. Auxiliavam programas educacionais, em especial ao ensino médio e superior. O seu uso possibilita maior acesso à informação e com a melhoria dos serviços de internet, o número de bibliotecas digitais aumentou e no atual cenário quatro categorias se destacam como as de maiores iniciativas: Ciência e Tecnologia, Educação, Literatura e Humanidades, História, Direito e Política.

Ciência e Tecnologia[editar | editar código-fonte]

Alguns programas informacionais foram desenvolvidos pela agência do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT) o Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (IBICT). Através dele, foi desenvolvido o Programa de Informação e Comunicação para a Pesquisa (PROSSIGA), com o intuito de divulgar informações, comunicar inovações sobre ciência e tecnologia.

Educação[editar | editar código-fonte]

O portal CAPES (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior) é um órgão de responsabilidade do Ministério da Educação que avalia os programas brasileiros de pós graduação. O portal possui aporte financeiro do Governo federal e permite acesso a alunos e professores universitários, além de pesquisadores de universidades e centros de pesquisa.

Literatura e Humanidades[editar | editar código-fonte]

A Biblioteca Nacional possui o acesso facilitado através do Programa Biblioteca nacional sem Fronteiras, que visou a montagem de uma biblioteca digital de forma ampla onde poderiam ser encontradas obras, em formato digital, sobre a cultura brasileira e portuguesa. Essas obras vão desde de jornais do século XIX, até gravuras e imagens digitalizadas e anexadas. Podem ser feitas também pesquisas sobre autores da literatura brasileira.

História, Direito e Política[editar | editar código-fonte]

O Senado Federal mantém o Sistema de Informações do Congresso Nacional (SICON), que permite o acesso a bases de dados como discursos parlamentar, textos de uma norma legal entre outros. Outra grande referência para pesquisas, que mantém uma biblioteca digital, é a Fundação Getúlio Vargas (FGV). Na biblioteca mantida pela instituição, o usuário pode consultar materiais relacionados a história brasileira, podem ter acesso a diversas imagens digitalizadas, vídeos com entrevistas de diversas personalidades políticas e vasto material audiovisual e documentos impressos. Para ter acesso a isso, o usuário apenas precisa fazer um registro gratuito no site do Centro de Pesquisa e Documentação de História Contemporânea do Brasil (CPDOC).

Problemas relacionados[editar | editar código-fonte]

Porém no Brasil, ainda temos problemas com o seu uso. Erros de planejamento ainda são comuns, valores superfaturados, deficiências de suporte, defasagem tecnológica, por isso, todo o processo para manter bibliotecas digitais devem ser feito de maneira realista, pela área de tecnologia da informação, saber quais recursos necessários e ter a noção que o acervo digital crescerá e deve ser preservado.