Inglês/Guia de pronúncia

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O Guia de Pronúncia abaixo está incompleto. Em 2007, o linguista brasileiro Fábio Braga de Alencar sistematizou todos os sons da Fonologia Inglesa e provou em tese e em livro que se deve apenas memorizar os sons de 1.000 regras em vez de 1.000.000 e palavras. Lançou o livro Guia da Pronúncia Inglesa ( editora Amazon ) e vendeu mais de 100 mil exemplares.

As regras são os sons de 26 letras, conforme o alfabeto e conforme suas situações fono-ortográficas e os Grupos.

Você já imaginou um livro contendo todas as REGRAS DA PRONÙNCIA DO INGLÊS para você nunca mais precisar recorrer ao Dicionário?  Pois saiba que esse livro já existe, e foi publicado no Brasil no ano de 2007.  O Guia da Pronúncia Inglesa - O Único, adaptado ao inglês falado nos Estados Unidos, funciona perfeitamente como um autêntico Dicionário Fonológico da Língua Inglesa porque fornece todos os fonemas rigorosamente organizados em ordem alfabética. Sob diversos títulos, você acha a obra somente no site Amazon e por um preço que você pode pagar. Vale a pena! 

Faça como milhares de brasileiros usuários do inglês, adquira agora o seu exemplar e dê adeus para sempre ao fantasma de não acertar os sons de um milhão de palavras em inglês. O autor provou em tese e em livro que em menos de 6 meses você obterá o sucesso esperado ao falar praticamente 100% do vocabulário inglês, sem chatear ninguém para saber como se fala aquela palavra; sem se cansar de ir ao dicionário comum, naquele folheamento de página infindável. 

Se for aluno de inglês, faça como seus colegas do Brasil inteiro que já possuem a obra, mas tem um porém: nada de fazer pegadinha com o professor; pois se ele não tiver este livro, certamente, pode cometer o equívoco de não saber pronunciar certo palavras no nível de SQUASH, INDICT, ANABASIS, TRACHEAE, CONTIGUITY, EXTEMPORANEITY, SCHISTOSOMIASIS e SOBRIETY. 

Veja que maravilha: As pessoas que já compraram este livro com todas as regras de fonemas ingleses sabem na ponta da língua pronunciar as palavras que citamos, e que, muitas delas, se originam do latim, e são 75% do dicionário. Pense numa coisa: não era burrice ter de abrir dicionário para pegar os sons de 750 mil palavras greco-latinas, cujos significados vinham de graça, por constarem no nosso dicionário de português, com algumas modificações de ortografia?... Não era burrice, não. Sem as ferramentas para se memorizar a fonologia completa do vocabulário inglês, só poderia acabar em chutes de sons de palavras. Eu, você, o autor, todos igualmente fomos vítimas da falta de uma cartilha do beabá para o idioma inglês. Um lapso linguístico dos ingleses, Nada temos a ver com isso 

Voltando às palavras lá de cima, quem conhece e já decorou as regras de pronúncia do inglês tira de letra os sons delas, e ainda explica os porquês de tais vocábulos serem chamados de tais maneiras, eu sou um deles, um dos beneficiados com as regras, por isso eu vou explicar: SQUASH som da letra S ( moleza ), som do grupo QUA ( kuó ) assim como quality, squat e squadron ( moleza ), som do SH ( moleza )  Vamos à outra: INDICT vogal I no sistema AEIOU + 2 CONSOANTES ( N, T ) som i médio ( moleza ) agora o outro I que deveria ter o som i também, por essa palavra ser exceção, chamo-la de ai de pai e o C é silente, exceção da letra C.  O arquivo mental para as regras comporta as suas exceções, que passam a ser extensões das regras, por isso não as esqueço. Agora, como o meu espaço aqui é pequeno, darei apenas o stress ( sílaba tônica ) das outras palavras  ANABASIS ( e-né-be-ziz ), a terminação VOG 1 + CONS 1 indica proparoxítonos como pyramid, analysis e animal. 

TRACHEAE ( trei-ki-i ) no sistema AEIOU + CON 1 + VOG 2,3 a vogal A soa ei, como em facial, radium e herbaceous. CH com som de K conta 1 consoante. 

CONTIGUITY ( kan-ti-guíu-i-ti ) stress em U do grupo sufixal UITY, de continuity e exiguity. 

EXTEMPORANEITY ( iks-tem-por-e-ní-i-ti ) stress em E ( som i forte ) no grupo EITY  como em spontaneity e deity. 

SCHISTOSOMIASIS ( chis-te-se-mai-e-ziz ) stress em I do grupo proparoxítono IASIS de psoriasis e myiasis 

e SOBRIETY ( sou-brai-e-ti ) stress em I do grupo IET, de diet, anxiety e society 

Não é legal? Se você ler uma revista americana, você vai repetir as 1.000 regras milhares de vezes. Um exercício bom é ler em voz alta os textos em inglês, foi assim que eu aprendi rápido e com eficiência. 

Nelson Villares - doutor em letras pela UCLA  Mora nos EUA desde 2002 

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O presente guia de pronúncia tem como objetivo ser uma base teórica para consulta em caso de dúvida. Para aprender a pronúncia é interessante praticá-la ouvindo e repetindo. Veja mais em Como utilizar este curso. Deu-se preferência à pronúncia-padrão americana. Para um estudo mais aprofundado sobre a fonologia da língua inglesa, consulte o artigo na wikipedia.

Consoantes[editar | editar código-fonte]

A característica principal que difere as consoantes do português do Brasil e as do inglês é o uso de consoantes vozeadas em português e o uso de consoantes aspiradas em inglês.

As consoantes b, v e z não são tão vozeadas em inglês como são em português. E as consoantes p, f e s são aspiradas em inglês, enquanto no português não existe tal nuance de pronúncia.

Por exemplo, a palavra buy (comprar) em inglês geralmente tem a pronúncia muito semelhante à da palavra "pai" em português. E a palavra pie (torta) em inglês tem um som aspirado, como se houvesse um h depois do p ("p-hai")[1].

Entretanto, apesar de acentuar o sotaque brasileiro, pronunciar as consoantes b, c, f, k, p, q, s, v, z em inglês como se pronunciam em português não causa maiores problemas de entendimento. A letra c assume os sons "k", como em cat ("két" - gato) e "s", como em ceiling ("sílen" - teto). A letra s assume os sons "s", como em song ("sõ(g)" - canção) e "z", como em disease ("dãzíz" - doença). Mas geralmente as duas letras seguem a mesma lógica do português (cedo - carro / som - vaso). Raras exceções apresentam o som de j para a letra s, como pleasure ("pléjar" - prazer).

As letras d, g, l, m, n, t requerem certo cuidado:

  • O d é pronunciado a maior parte do tempo da mesma forma, independentemente da vogal que vem depois. Por exemplo, em São Paulo temos dois sons diferentes para o d na palavra "idade". O som em inglês do d na palavra deep ("díip" - profundo) corresponde ao primeiro d da palavra "idade", ou ao segundo d também, caso consideremos o sotaque do nordeste brasileiro.
  • O mesmo ocorre com o t. A palavra teen (adolescente) deve ser pronunciada "tin" e não "tchin".
  • O g às vezes assume o som "dj", e às vezes o som "g", independentemente da vogal que vem depois, como em age ("êidj" - idade) e get ("guét" - pegar, ficar, conseguir).
  • O l nunca tem som de u, como em português. Deve-se sempre encostar a língua no céu da boca, como em old ("old", e não "oud" - velho).
  • As letras m e n nunca são nasalizadas. Deve-se sempre fechar completamente os lábios para m, como em foam ("foum", e não "foõ" - espuma); e encostar a língua no céu da boca para n, como em under ("ándar", e não "ãder" - embaixo).

As demais consoantes têm sons fixos, a saber:

  • h - som aspirado, similar ao r na pronúncia padrão brasileira da palavra rato: hat ("hét" - chapéu). Nas seguintes exceções o h não é pronunciado: hour, honest, honor, heir ("áuur", "ônest", "ônor", "ér" - hora, honesto, honra/homenagem, herdeiro) e seus derivados.
  • j - "dj" - just ("djãst" - apenas, simplesmente)
  • r - sempre retroflexo, ou seja, enrolando a língua para trás, similar ao r da variante caipira brasileira, inclusive em começo de palavra, como em red ("réd" - vermelho), diferente de head ("héd" - cabeça).
  • x - sempre "ks", como em taxi ("téksi" - táxi); a não ser que seja em começo de palavra, na qual terá som de z, como em xylophone ("záilafoun" - xilofone).

Os dígrafos consonantais do inglês são:

  • ch - geralmente "tch", como em chair ("tchér" - cadeira); poucas vezes "k", como em ache ("êik" - dor) e o som do x de xícara, como em machine ("maxên" - máquina).
  • ck - "k", como em back ("bék" - atrás, de volta, nas costas)
  • gh - às vezes som de g, como em ghost ("goust" - fantasma), às vezes som de f, como em enough ("ináf" - o bastante), mas geralmente não é pronunciado, como em night ("náit" - noite).
  • kn - em começo de palavra, o k não é pronunciado, como em knife ("náif" - faca).
  • ng - quando em final de palavra, tem o som parecido com o nosso nh, o n nasaliza a vogal anterior e a garganta se prepara para pronunciar o g, mas geralmente não o pronuncia, como em wrong ("rõ(g*)" - errado). Esse som também ocorre quando o n vem antes de k, como em chunk ("tchã(g*)k" - naco, pedaço).
  • ph - "f", como em telephone ("télafoun" - telefone).
  • pn / ps - em começo de palavra, o p não é pronunciado, como em psychology ("saikáladji" - psicologia).
  • sh - som do x de xícara, como em show ("xou" - show, mostrar)
  • th - admite dois sons que não existem em português. Para reproduzi-los, posicione a ponta da língua entre os dentes e fale s, como na palavra thanks ("s*énks" - obrigado/a) ou z, como na palavra that ("z*ét" - aquilo, isso, que).

Notas:

  • Algumas regras gramaticais fazem com que consoantes dobrem, mas elas mantêm um único som, como em stop ("stóp" - parar) e stopped ("stópt" - passado de stop).
  • A terminação -ed pode ser pronunciada de três formas:

1. -t - depois dos sons "p, k, f, sh, s", como em worked ("uãrkt" - passado de work - trabalhar);

2. -ed - depois dos sons "t, d", como em wanted ("uánted" - passado de want - querer);

3. -d - depois de todos os outros sons, como em measured ("méjard" - passado de measure - medir).

  • Quando sílabas ou palavras terminam em certas consoantes, em português temos o hábito de acrescentar um "i" (sob pronuncia-se "sôbi", advogado pronuncia-se "adivogado", etc.), mas isso não ocorre no inglês, para-se na consoante. Da mesma forma, quando uma palavra inicia em s não se deve acrescentar som algum antes desta letra. Então stop pronuncia-se "stóp" e não "istópi".

Vogais[editar | editar código-fonte]

As vogais em inglês apresentam dois sons básicos possíveis, um longo (como um ditongo) e um curto (apenas um som), dependendo da palavra:

Sons longos Exemplos Sons curtos Exemplos
a "êi" fate ("fêit" - destino) "é" fat ("fét" - gordo)
e "íi" compete ("kampíit" - competir) "é" pet ("pét" - mascote)
i "ái" bite ("báit" - morder) "ê"[2] bit ("bêt" - pouco)
o "ôu" note ("nôut" - nota) "a"[2] not ("nat" - não)
u "iú" cute ("kíut" - gracinha) "ã"[2] cut ("kãt" - cortar)

Há muitas exceções, contudo. Seguem abaixo algumas delas:

  • Antes de r, o som longo da vogal a passa a ser "ée", como em care ("kéer" - cuidado), e o som curto passa a ser "a", como em car ("kar" - carro).
  • Antes de r, as vogais e, i, o e u assumem geralmente o mesmo som: "ã"[2], como em serve ("sãrv" - servir), bird ("bãrd" - pássaro), work ("uãrk" - trabalhar, funcionar) e fur ("fãr" - pele de animais, pelagem).
  • Os e finais geralmente não são pronunciados, como em todos os exemplos acima.
  • As vogais átonas geralmente têm todas o mesmo som, chamado de schwa. É o mesmo som do segundo a da palavra cama, como em under ("ãndar"), compete ("kampíit") e picture ("pêktchar" - foto, pintura).
  • As vogais a e o podem ter som de "ó", como em fall ("fól" - cair, outono) e doll ("dól" - boneca).
  • A vogal o pode ainda assumir som de "ú", como em do ("dú" - fazer).

E ainda há outras. Com tantas exceções, é interessante checar a pronúncia quando conhecer palavras novas. Veja mais informações sobre isso em Como utilizar este curso .

Semivogais e dígrafos vocálicos[editar | editar código-fonte]

As semivogais são geralmente representadas pelas letras w e y, que se comportam como consoantes, quase sempre unindo-se a vogais:

ya "iá", "ié", etc. yard ("iórd" - quintal, pátio) ay "êi" day ("dêi" - dia)
ye "ié", "ií", etc. yes ("iéz" - sim) ey "íi" key ("kíi" - chave)
yi "iê", "iái", etc. yikes ("iáiks" - caramba) /// /// ///
yo "iôu", "iú", etc. yolk ("iôulk" - gema de ovo) oy "ói" boy ("bói" - menino)
yu "iã", "iiú", etc. yuan ("iiuán" - yuan, moeda chinesa) uy "ái" buy ("bái" - comprar)
wa "uá", "uó", etc. wash ("uósh" - lavar) aw "óu" saw ("só" - passado de see - ver)
we "uí", "ué", etc. wet ("uét" - molhado) ew "iú" new ("núu" - novo)
wi "uê", "uái", etc. with ("uês*" - com) /// /// ///
wo "uôu", "uú", etc. wonderful ("uândârfol" - maravilhoso) ow "áu" wow ("uáu" - uau)
wu "uuô" wuss ("uuôs" - frangote, covarde) /// /// ///

Notas:

  • A letra y às vezes representa uma vogal curta, como em party ("párdi" - festa) ou uma vogal longa, como em cry ("krái" - chorar). E os sons de semivogal às vezes são parte de uma vogal longa, como em fate (a = ay).
  • A letra w às vezes junta-se à consoante h, o que geralmente não modifica sua pronúncia, como em where ("uér" - onde). Em poucos casos pronuncia-se o h, em vez do w, como em who ("hú" - quem). Porém, em algumas regiões dos Estados Unidos, todas as palavras que iniciam com wh- devem ter a pronúncia "hú", como em where ("uér").
  • A palavra sew ("sôu" - costurar) é uma exceção à regra da tabela acima.

Os dígrafos vocálicos podem representar o som de uma vogal curta (somente vogal) ou longa (vogal + semivogal), dependendo da palavra:

ae "êi" sundae ("sândei" - sorvete tipo sundae)
ae "é" aeroplane ("éroplêin" - avião)
ai "êi" pain ("pêin" - dor)
ai "é" fair ("fér" - justo, feira)
au "ó" daughter ("dódar" - filha)
ea "êi" break ("brêik" - quebrar)
ea "íi" sea ("síi" - mar)
ea "ée" breath ("brées*" - respiração, hálito)
ee "íi" see ("síi" - ver)
ei "íi" receive ("ressíiv" - receber)
ei "ái" height ("háit" - altura)
ei "êi" weight ("uêit" - peso)
eu "iú" deuce ("diús" - dois, dupla)
ie "ái" die ("dái" - morrer, dado)
ie "íi" believe ("bãlíiv" - acreditar)
oa "ôu" soaking ("sôuken" - encharcado)
oe "ôu" toe ("tôu" - dedo do pé)
oi "ói" noise ("nóizz" - barulho)
oo "ó" door ("dór" - porta)
oo "úu" loose ("lúuz" - frouxo)
oo "uô" book ("buôk"[3] - livro)
ou "úu" you ("iúu" - você, vocês)
ou "áu" couch ("káutch" - sofá)
ou "ôu" soul ("sôul" - alma)
ou "ó" thought ("s*ót" - pensamento)
ue "iú" due ("dúu" - devido)

Entonação[editar | editar código-fonte]

A entonação em inglês americano é bastante linear. Os falantes do português brasileiro costumam manter a enorme complexidade e variação de tons de sua língua materna ao falar inglês, o que lhes dá um sotaque bastante característico: a impressão aos nativos de que estão "cantando". O hábito de enfatizar emoções e preferir transmitir significados através da entonação não é comum à língua inglesa. Por exemplo, a entonação de uma frase afirmativa e uma interrogativa em português são muito diferentes. Experimente dizer as seguintes frases em voz alta:

Ele está saindo com alguém.

Ele está saindo com alguém?

Ele gosta dela.

Ele gosta dela?

Em inglês a entonação praticamente não muda, pois a ordem das palavras ou um verbo auxiliar marca a diferença:

He is seeing someone.

Is he seeing someone?

He likes her.

Does he like her?

Emoções também podem mudar drasticamente a entonação em português. Leia a frase "Ele é casado." três vezes, demonstrando as seguintes sensações: 1. Descoberta de algo surpreendente; 2. Explicação a alguém sobre o porquê da atitude de outra pessoa; 3. Contradizendo uma negativa anterior.

1. (- Você viu a aliança no dedo dele?) - Ele é casado!

2. (- Não entendi por que ele recusou meu convite.) - Ele é casado.

3. (- Ele não é casado.) - Ele é casado.

Em inglês a entonação continuaria linear, preferir-se-ia utilizar palavras específicas para expressar as sensações:

1. - Gosh, he's married!

(Nossa, ele é casado!)

2. - It's because he's married.

(É porque ele é casado.)

3. - I'm telling you, he's married.

(Estou te dizendo, ele é casado.)

Em frases afirmativas, é comum em inglês pronunciar-se todas as palavras no mesmo tom, dando uma leve ênfase ao verbo (de ação) e à sílaba tônica da última palavra:

"He went to Miami by bus last week"

(Ele foi a Miami de ônibus semana passada.)

Quando há um verbo de ligação (cópula) é comum dar essa leve ênfase ao predicativo ou simplesmente à última palavra:

She is beautiful.

(Ela é linda.)

He is the best guy I've met in my whole life.

(Ele é o melhor cara que eu já conheci na minha vida inteira.)

Em frases negativas, geralmente enfatiza-se o verbo auxiliar (ou a cópula) e o advérbio de negação (not):

He didn't go to Miami by bus last week.

She isn't beautiful.

Em frases interrogativas, geralmente enfatiza-se o verbo auxiliar (ou a cópula) e a última palavra, que terá uma entonação levemente mais crescente:

Did he go to Miami by bus last week?

Is she beautiful?

Pronomes objeto e as preposições que os acompanham são geralmente átonos no fim das frases:

Do you want to watch it?

I know how I'm going to deal with him.

Outra possibilidade existente é enfatizar a palavra mais importante da frase, mas diferentemente do português, enfatiza-se levemente apenas uma palavra na frase.

1.I didn't tell the police he stole the blue car.

2.I didn't tell the police he stole the blue car.

3.I didn't tell the police he stole the blue car.

4.I didn't tell the police he stole the blue car.

5.I didn't tell the police he stole the blue car.

6.I didn't tell the police he stole the blue car.

7.I didn't tell the police he stole the blue car.

Na frase 1. enfatizo que não fui eu quem contou à polícia que ele roubou o carro azul. Na frase 2. enfatizo que eu não disse, mas posso ter deixado escapar alguma pista. Na frase 3. enfatizo que não foi à polícia que eu contei. Na frase 4. enfatizo que eu não contei que foi ele. Na frase 5. enfatizo que eu não disse que ele roubou o carro, provavelmente amenizei os fatos. Na frase 6. enfatizo que eu não disse que foi o carro azul que ele roubou. E na frase 7. enfatizo que eu não disse que foi um carro o que ele roubou. Se eu não quiser enfatizar nada, a frase fica assim:

I didn't tell the police he stole the blue car.

Velocidade[editar | editar código-fonte]

Quando a velocidade com que se fala é maior, pode ser que o som de algumas letras se juntem, desapareçam ou mudem. Os casos mais comuns são:

  • vogal + t + vogal OU vogal + d + vogal

Independentemente se na mesma palavra ou não, quando esses sons aparecem nesta ordem, o t ou o d assumem um som intermediário entre o d e o r brando do português.

better -> "bétar" -> "ber*ar" (melhor)

daughter -> "dótar" -> "dór*ar" (filha)

what a -> "uót a" -> "uór*a" (mas que)

body -> "bádi" -> "bár*i" (corpo)

I studied English -> "ái stãdid ínglesh" -> "ái stãr*ir*ínglesh" (estudei inglês)

O mesmo pode ocorrer se nesta sequência houver um r antes do t ou do d:

party -> "párti" -> "pár-r*i" (festa)

harder -> "hárdar" -> "hár-r*ar" (mais difícil)

  • t + semivogal i = tch / d + semivogal i = dj

I need you -> "ái níd iú" -> "ái nídju" (eu preciso de você)

I'll get you -> "ál guét iú" -> "ál guétchu" (eu vou te pegar)

  • palavra terminada em som de consoante + palavra iniciada em som de consoante

Quanto mais rápido se fala, menos se pronuncia a consoante final da palavra anterior, até mesmo desaparecendo:

I'm at home. -> "áim ét hôum" -> "amehôum" (estou em casa)

It takes a lot of time -> "êt têiks a lót óv táim" -> "etêiks alódotáim" (leva muito tempo)

I don't think they should do it. -> "ái dont s*ênk z*êi xuld dú êt" -> "ái dons*ênz*ei xuldúet" (eu acho que eles não deveriam fazer isso)

Take that. -> "têik z*ét" -> "têiz*ét" (pegue aquilo)

  • palavra terminada em som de consoante + palavra iniciada em som de vogal

Os sons tendem a se juntar como se fossem uma sílaba:

I'm an engineer. -> "áim én endjeníir" -> "amenendjeníir" (eu sou engenheiro)

What an annoying adolescent! -> "uót én anóien adléssant" -> "uodananóienadléssent" (que adolescente irritante!)

Pronúncia britânica e outras variantes[editar | editar código-fonte]

Este tópico fica a cargo do leitor.

Notas[editar | editar código-fonte]

  1. A pronúncia aqui colocada entre aspas é uma mera explicação baseada na pronúncia brasileira padrão, sem quaisquer referências a símbolos fonéticos ou sistemas do gênero.
  2. 2,0 2,1 2,2 2,3 Estes sons são na verdade inexistentes no português. Tratam-se apenas de sons aproximados. O primeiro som é intermediário entre o "i" e o "ê"; o segundo, entre o "a" e o "ó" aberto; e o terceiro (que aparece duas vezes no texto), entre o "a" e o "ô" fechado. Há ainda um quarto som vocálico inexistente no português, intermediário entre "o" e "u", representado em poucas palavras pela letra u, como em put ("puôt" - pôr, colocar).
  3. Mesmo som de put.