Citação: Abacaxi escreveu: «A ideia da wikilivros é deixar espaço aberto para contribuição, mesmo que ela nunca venha. Assim, deixamos os livros órfãos com o conteúdo aproveitável neles e esperando receber contribuições.»
Entendo sua posição sobre isso, mas veja que você pode entender esse "conteúdo incompleto" justamente como? Uma introdução. Logo o propósito em se fazer fusões (como uma maneira de reaproveitar o que foi feito, dentro de um contexto aceitável como "desenvolvido" e não "incompleto", ou seja, visto como uma introdução o que foi feito seria o suficiente).
Citação: Abacaxi escreveu: «...mesmo que ela nunca venha...»
Para pensar:
- Alguém novo no wikilivros cria uma série de links ("links vermelhos") sobre o assunto que ele quer desenvolver. Ele faz isso, elabora uma ou duas páginas, deixa o projeto.
- Pessoas começam a criar robôs para escanear sumários pela web e criar índices de forma automática. Eles fazem de boa fé, mas logo deixam o projeto, e os "links vermelhos".
- Pessoas começam a criar robôs só para criar "links vermelhos". Agora eles criaram uma centena de livros só com "links vermelhos".
- De novo... só que agora são milhares de livros "links vermelhos"...
- Agora são milhões (hehe, brincadeira, mas seria possível!)
Mas pense mesmo, qual é a vantagem disso? A pessoa pode muito bem, no momento em que quiser colaborar, criar, de fato, o que ela quer, sem ter "links vermelhos" transbordando para tudo quanto é lado.
É isso, em outro aspecto/assunto, que outros dizem na wikipédia: procure criar um artigo assim que tiver fonte. É recomendável. Aqui seria "crie um livro quando tiver algo a acrescentar" (conteúdo). É recomendável, não uma "obrigação", claro...
Citação: Abacaxi escreveu: «... mas eles não tem muito a acrescentar no livro principal, por não ser o objetivo do livro.»
Uma coisa importante que devemos entender: o objetivo do livro varia conforme os atuais contribuidores. Por exemplo, o que eu disse a respeito em JavaScript sobre o objetivo do livro (ou o que qualquer um diga individualmente), é mera "opinião minha/dele", um livro colaborativo não tem "objetivos" fixos, ele varia conforme o interesse da comunidade. Se a comunidade muda, interesses mudam (ou podem mudar).
Mas ainda há esperança, mas ela vem mesmo com mais voluntários. Por isso que eu apoio ideias como a do Rodrigo Tetsuo Argenton de divulgar mais o projeto. Mas quem ajuda nisso? hehe.