Tecnologia Assistiva e IA: Práticas para uma Educação Equitativa/Minha jornada até aqui
Minha jornada até aqui
[editar | editar código]O que aprendi como professora e pesquisadora
[editar | editar código]Comecei cedo como professora eventual e logo passei em concurso público na rede estadual de São Paulo. Lecionei em dois turnos, enquanto cursava Pedagogia, e também participei do Programa Escola da Família, oferecendo atividades sociais e culturais nos finais de semana.
Ao longo dos anos, fiz especializações em Psicopedagogia e Educação Infantil. Foram 16 anos de atuação na mesma escola, onde também exerci a função de coordenadora pedagógica. Mais tarde, passei a atuar também na rede municipal de Santo André.
Por que falar de inclusão, tecnologia assistiva e inteligência artificial
[editar | editar código]Minha trajetória acadêmica me levou ao mestrado, onde pesquisei educação inclusiva, com foco no Desenho Universal para Aprendizagem (DUA) e na Tecnologia Assistiva (TA). Percebi que incluir não é apenas garantir matrícula, mas transformar práticas, combater preconceitos e valorizar cada estudante em sua singularidade.
Agora, no doutorado, sigo aprofundando esses temas e acrescento a investigação sobre como a Inteligência Artificial (IA) pode apoiar a inclusão. Minha intenção é unir vivências práticas e conhecimentos científicos para construir, junto com outros educadores, uma escola cada vez mais democrática e acessível.