Xadrez/Estratégia: diferenças entre revisões

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Note que estes são apenas valores relativos, e deve-se ter em mente que o valor de uma peça pode variar de uma situação para outra, ou à medida que o jogo avança, porque depois de vários lances, há menos material sobre o tabuleiro, ampliando as possibilidades de movimento para as peças de longo alcance. No começo do jogo, quando há muitas peças no tabuleiro, o cavalo é mais poderoso que a torre. Por outro lado, em um tabuleiro com menos peças, por exemplo em um final de jogo, a torre se torna mais poderosa que o cavalo, porque há menos peões no caminho, e ela tem a chance de controlar mais quadrados. Os bispos podem andar grandes distâncias, desde que não seja obstruído, enquanto os cavalos têm uma maior presença local. Os cavalos se tornam poderosos e se mostram essenciais em jogos fechados, porque eles podem "saltar" sobre peças, além disso somente os cavalos são capazes de atacar uma rainha sem ser ameaçado por ela. Por outro lado, os bispos são geralmente mais fortes em jogos abertos, onde eles têm bastante espaço para se movimentar.
 
O rei é um bom exemplo de como o valor de uma peça muda ao longo da partida. A sua força como uma peça de ataque se torna bem maior no fim de jogo. É comum considerá-lo mais forte do que um cavalo ou bispo, embora mas mais fraco do que uma torre. No entanto, não faz sentido atribuir um valor ao rei uma vez que atacar (ou defender) esta peça é praticamente o objetivo central do jogo!
 
Os cavalos são muito poderosos se eles ocupam uma posição segura e avançada no território inimigo. Em certas circunstâncias, um cavalo na 6ª fileira que não tem como ser atacado por peões do adversário pode se tornar tão poderoso quanto uma torre. Este tipo de cavalo, quando protegido por um peão, é como "um lar longe de casa".
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